A medida deverá ser anunciada no dia
seguinte após a cassação do mandato de Dilma no Senado, fato que
ocorrerá entre os dias 30 de agosto e 2 de setembro.
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Dilma terá que tirar suas ‘tralhas’ do Palácio da Alvorada e devolver todos os seus cartões corporativos.
A economia representará algo em torno de R$ 600 mil por mês ao contribuinte.
Dilma desmente a sua versão apresentada em sua carta de defesa:
A petista, que não teve coragem de comparecer pessoalmente, afirmou em sua carta, lida pelo seu advogado José Eduardo Cardozo:
“Errar, por óbvio, é uma decorrência
inafastável da vida de qualquer ser humano. Todavia, dentre estes erros,
posso afirmar em alto e bom som, jamais se encontrará na minha
trajetória de vida a desonestidade, a covardia ou a traição. Jamais
desviei um único centavo do patrimônio público para meu enriquecimento
pessoal ou de terceiros. Jamais fugi de nenhuma luta, por mais difícil
que fosse, por covardia.”
A filha da presidente afastada Dilma Rousseff é Procuradora do Trabalho e não poderá alegar que deconhece as leis vigentes no Brasil
Aceitar favores e se valer de mordomias não previstas na legislação é crime!
Os beneficiados podem ser condenados a ressarcir as despesas aos cofres públicos além de multas pelo desrespeito à lei.
Especialistas em direito afirmam que
esse tipo de ilegalidade destas já fez muitos parentes de políticos pelo
país respondessem pelo crime de peculato, que é o uso indevido e ilegal
de bens públicos […] no caso de Paula Rousseff automóveis e servidores
terceirizados pagos pelo contribuinte.
A mamãe Dilma não conseguiu explicar os privilégios pagos com dinheiro público à sua família.
Juristas afirmam que a Procuradora poderá ser condenada a ressarcir a União.
Em sua última edição, a revista ISTOÉ
revelou que Paula Rousseff e seu marido têm à disposição uma frota de
oito carros oficiais de representação (todos blindados e autorizados a
circular com placas frias) e uma equipe formada por 16 profissionais,
entre motoristas e seguranças.
A matéria constatou que toda essa
mordomia, paga pelos contribuintes, é usufruída em atividades
corriqueiras, como idas ao cabelereiro, petshop, além do transporte dos
netos da petista à escola.
A mordomia custa cerca de R$ 300 mil por mês, informou a reportagem da ISTOÉ.
A defesa de Dilma alega que o inciso VII
do artigo 6º da Lei 10.683, de 28 de maio de 2003, garante que os
familiares do presidente da República e do vice-presidente tenham
segurança fornecida pelo Estado.
Porém, ao contrário do que diz Dilma, o
texto não prevê o uso de carros oficiais para fazer o transporte da
família presidencial, muito menos de um presidente afastado de suas
funções.

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